domingo, 12 de fevereiro de 2012

CHUVA, LIVROS, FILMES

Ufa! Muita informação! Muita reflexão! A poderosa mente humana, que tem a capacidade magnífica de ler, ouvir, observar e...e fazer o que com tudo isso?

Sinceramente, cansada de tantas afirmações, citações, fórmulas e dizeres que não são aplicados. Cansada de falta de compromisso e comprometimento, seja profissional, social, afetivo.

Amarga? Ácida? Talvez. Mas, coerente com princípios e valores de conduta e postura adquirido ao longo do tempo. Com alguma freqüência ouvi dizer que nasci madura ( para manter a elegância). Nunca cheguei a conclusão se isso seria bom ou ruim.

Porém como tenho por hábito falar o que tenho que falar , para quem quero falar ( e não mandar recado), assumir meus equívocos pessoais, profissionais, sociais e na medida do possível consertar, mas também jamais me omitir.

É sim. Tudo isso é resultado de um final de semana que fez pensar sobre o ser humano e suas afirmações. Sou capaz de rir de mim mesma e chorar por mim mesma. E sei que não sou exceção.

Mas que eu trato palavras como atitude, verdade, prioridade, confiança, determinação, coerência, dedicação, proteção, sinceridade, palavra, honra, caráter e outras mais, exatamente de acordo com a definição que elas tem, quem caminha junto sabe disso.

Isso tudo não me distancia nem do afeto, do carinho nem da sensibilidade e menos ainda da fé. Mas a fé não me cega, nem corrompe meu raciocínio. Mais ainda, me faz caminhar no amor e na dor. Entre risos e lágrimas. Entre perdas e ganhos. Entre ouvir e calar.

Bendita seja a capacidade da mente humana, dos livros, filmes, músicas. A trilha sonora hoje foi da chuva e do som do silêncio

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